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Bahia Marina planta dendezeiros

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Os coqueiros da área central da Bahia Marina serão substituídos por dendezeiros, um ajuste paisagístico previsto no projeto inicial de construção do empreendimento. A substituição das árvores ocorre em um momento em que os coqueiros atingiram grau de maturidade, o que aumentam os riscos de acidentes, além das constantes infestações de pragas de difícil combate.

 

Os dendezeiros já fazem parte do paisagismo da Bahia Marina e agora serão ampliados. De acordo com a paisagista responsável pelo projeto, Lícia Loureiro, a árvore tem uma boa adaptação à beira mar, além de benefícios ambientais. “A adaptação dos dendezeiros na Bahia Marina é excelente. São bonitos e ainda oferecem seus frutos para alimentar os micos e pássaros, visitantes frequentes da área. O crescimento de samambaias e orquídeas nos seus troncos serve para o deleite de quem usufrui dessa ambientação agradável e segura”.

 

Ainda de acordo com Lícia Loureiro, “considerando os aspectos paisagísticos, ambientais e práticos, o dendezeiro é uma opção muito melhor que o coqueiro, pois além da beleza, não necessita de cuidados especiais depois de adaptado e é pouco atacado por pragas”, pontua.

 

Em 20 anos de atividades, a Bahia Marina vem fortalecendo seu compromisso ambiental, tornando-se referência em sustentabilidade no setor, através do Programa de Educação Ambiental permanente, campanhas de conscientização com foco no mar e na Baía de Todos os Santos. O objetivo é a manutenção de uma boa qualidade ambiental na área de influência da Bahia Marina.

 

Foto: dendezeiros que já integram o paisagismo da Bahia Marina

 

 

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Campanha da Bahia Marina em livro didático

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Lançada em 2015, a campanha institucional da Bahia Marina para o Dia Mundial do Meio Ambiente “Aqui é Arte. No Mar, é Lixo” foi além do outdoor e virou conteúdo educativo. Agora estampa as páginas do livro Vereda Digital – Produção de texto – 1ª edição, da autora Thelma de Carvalho Guimarães, publicado pela Editora Moderna. O livro é destinado a alunos do ensino médio da rede particular de ensino e convida os leitores a conhecer sobre gêneros textuais da língua portuguesa.

 

De acordo com a Editora Moderna, o anúncio foi escolhido pela autora do livro, Thelma de Carvalho e chamou atenção pelo apelo esteticamente bonito, criativo e que conseguiu unir a linguagem verbal com a visual, além do uso de elementos tridimensionais: milhares de garrafas PET, latinhas e outros materiais.

 

No livro, os alunos são convidados a conhecer e escrever um anúncio publicitário, através do estudo sobre gênero discursivo.

 

Com o objetivo de enfatizar para o público que o lixo pode ser reciclado e até virar arte, mas jamais deve ser jogado no mar, a campanha criada pela agência Engenhonovo virou painel artístico pelas mãos do artista plástico, Ivo Gato. A obra, de nove por três metros, foi criada utilizando materiais que geralmente são descartados indevidamente no mar. Para este trabalho, que ficou exposto em mídia externa na Avenida Contorno, em Salvador, foram utilizadas 3 mil garrafas PET, 2 mil latinhas de cervejas, madeira, ferragens e tinta.

 

Com o slogan “Aqui é arte. No mar, é lixo”, o painel foi criado para dar visibilidade à tartaruga marinha, animal que é um dos símbolos da Baía de Todos-os-Santos e está entre as espécies ameaçadas pela degradação ambiental.

 

A diretora da Bahia Marina, Leilane Loureiro comemora a visibilidade que a campanha ganhou. “Quando emitimos uma mensagem, esperamos que ela chegue ao maior número de pessoas. E ver uma campanha sair da esfera institucional para ganhar as páginas de um livro didático é algo que vai além das nossas expectativas”, diz.

 

Ficha Técnica da Campanha:

 

Empresa: Bahia Marina

Agência: Engenhonovo

Diretor de criação: Márcio Sant’ Ana

Diretor de arte: Heitor Neto

Redator: Fábio Perazzo

Diretora de atendimento: Bartira Pereira

Atendimento: Bárbara Santana

Mídia: Priscila Fernandes

Produção Gráfica: Sandra Ramacciotti

Artista plástico: Ivo Gato

 

livro didático

 

livro

Peixe

Bahia Marina lança campanha em homenagem ao Dia do Meio Ambiente

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Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, transcorrido nesta terça-feira, 05/06, a Bahia Marina estáPolvo veiculando uma campanha publicitária composta de outdoor e peças nas mídias sociais com o apelo de conscientização pela preservação da vida marinha, explícito na frase: “Jogar o lixo no mar é jogar o mar no lixo”.

 

A campanha, criada pela agência Engenhonovo, informa ao público que 2 milhões de toneladas de lixo são jogadas no oceano. Dados alarmantes que sugerem que se nada for feito, até 2050 poderá haver mais lixo do que peixes nos oceanos.

 

A veiculação de campanhas no Dia Mundial do Meio Ambiente é uma tradição da Bahia Marina, que desde 2009 veicula peças publicitárias de conscientização nesta data comemorativa, que se destacam pela sua originalidade e criatividade. Algumas das peças veiculados em outdoor continham apliques e formatos diferenciados, inclusive com a participação de artistas plásticos.

 

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Bahia Marina lança jornal comemorativo da Semana do Meio Ambiente

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No Dia Mundial do Meio Ambiente, transcorrido neste dia 05 de junho, a Bahia Marina lançou o jornal “Marina Ambiental”, abordando algumas das ações desenvolvidas pelo empreendimento, ou que contam com o seu apoio, em favor da preservação do meio ambiente marinho. A publicação será distribuída para formadores de opinião, órgãos públicos, ONGs e entidades que atuam nesse setor, colaboradores e comunidades do entorno.

 

O Marina Ambiental traz como matéria principal o Programa de Educação Ambiental e Comunicação Social desenvolvido pela Bahia Marina com a comunidade do Solar do Unhão desde 2012, programa este que é desenvolvido por meio da realização de oficinas, seminários e atividades práticas, inclusive, com visita a alguns dos ecossistemas da Baia de Todos os Santos.

 

Outro assunto abordado pela publicação é a tecnologia sustentável do veleiro da Família Schurmann, que esteve atracado na Bahia Marina e foi visitado pelas crianças da comunidade do Solar do Unhão e do Instituto de Cegos da Bahia.

 

O trabalho desenvolvido pela Bemfica Náutica e pelo Laboratório de Ecologia Acústica e Comportamento Animal da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) com Baleias Jubarte e o Boto Cinza, e que conta com o apoio da Bahia Marina, Cetacean Society International e Belov Engenharia, é outro tema em destaque no jornal. O Professor Marcos Rossi contou como foi a viagem de 21 dias na expedição denominada “Baleia Cantora” e que teve como principal objetivo o estudo do canto dos cetáceos.

 

Confira aqui o arquivo digital do Jornal Marina Ambiental

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Arte, guloseimas e Educação Ambiental no mês das crianças

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De um lado, papéis e recortes para dar vida a arte oriental do origami. Do outro, uma mesa de guloseimas para criar e saborear o doce mais popular do Brasil, o brigadeiro. Foi desse jeito que os jovens do Programa de Educação Ambiental e Comunicação Social da Bahia Marina comemoraram o mês das crianças, em encontros realizados no auditório da empresa.

 

Na oficina de brigadeiros, a doceira Gelcilene Cerqueira ensinou os jovens a enrolar, combinar ingredientes e a recriar o simples doce para uma versão mais sofisticada, o brigadeiro gourmet, com sabores e apresentações mais atrativos. Além do tradicional, meninos e meninas puderam degustar as versões em morango, ao leite, recheados, Romeu e Julieta, napolitano, com coberturas, dentre outras 30 variações da guloseima que fizeram a alegria de todos os presentes.

 

“Gostei de todos os brigadeiros que comi aqui e vou tentar fazer em casa”, relatou na ocasião, Filipe dos Santos, de 13 anos.

 

Para Isadora Moraes, de 16 anos, o que mais gostou na oficina foi misturar as massas. “Descobri que todas elas juntas ficam mais gostosas que uma só. Assim que chegar em casa vou fazer o que aprendi aqui”.

 

Arte em papel

Origamista há mais de cinco anos, Sayuri Miura levou seu conhecimento da técnica japonesa de criar representações com as dobras geométricas, sem cortar ou colar o papel, para os participantes do Programa de Educação Ambiental e Comunicação Social. Após aprender o uso da técnica, os jovens criaram representações de espécies marinhas encontradas na Baía de Todos os Santos, como peixes e baleias.

 

“Achei maravilhoso poder compartilhar um pouco do meu conhecimento com esta turma. Foi uma tarde incrível e espero retornar outras vezes”, concluiu Sayuri.

 

Mas será que aprender sobre as técnicas da dobradura em papel e as diversas formas de fazer o brigadeiro tem relação com Educação Ambiental? A questão foi esclarecida por Roseane Palavizini, Drª. em Engenheira Ambiental e responsável técnica do Programa de Educação Ambiental e Comunicação Social da Bahia Marina. Ela construiu com as crianças o conceito da diversidade e da beleza, fazendo uma relação com a mesa de brigadeiros em sua rica variedade e colorido. Palavizini abordou ainda, sobre a origem do chocolate – matéria prima do brigadeiro, sua chegada ao Brasil e a forma de plantio na Bahia. Já o papel, transformado em arte, além de refletir beleza, pode expandir o conhecimento das crianças sobre os animais marinhos, através da técnica.

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Bahia Marina realiza oficina de terrários para jovens do Programa de Educação Ambiental

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Barcos ancorados, o sopro do mar e o céu azul compuseram o cenário da oficina de terrários para jovens e crianças da Comunidade do Solar do Unhão. A atividade do Programa de Educação Ambiental e Comunicação Social da Bahia Marina acontece todas as segundas-feiras no auditório do empreendimento, mas desta vez mudou para um ambiente ao ar livre,  no quebra-mar da Marina, levando o público para uma experiência agradável, de muito aprendizado e em contato com a natureza.

 

Os participantes do Programa aprenderam na prática a montar os terrários ou minijardins em vasos. Com mãos na terra, descobriram como criar um ecossistema e a reproduzir as condições do meio ambiente em um micro espaço.

 

Cheios de curiosidade, meninos e meninas conheceram o tipo de material necessário para manter as plantas vivas. As suculentas foram escolhidas para a oficina, por serem bonitas e fáceis de cultivar. A ideia é que os próprios jovens cuidem de seus minijardins e exercitem o carinho com a natureza.

 

Para encerrar o dia, os participantes aproveitaram a tranquilidade do local para fazer um piquenique com frutas, sucos, bolos e guloseimas, desfrutando da bela paisagem da Baía de Todos os Santos.

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Crianças da Comunidade Solar do Unhão e do Instituto dos Cegos da Bahia visitam o veleiro da Família Schurmann

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“Quando a gente tem sonhos, a gente precisa acreditar. Vai ter tempestades no meio do caminho, mas precisa ter vontade para alcançar o objetivo”. Foi com esse tom que o capitão da Família Schurmann, Vilfredo Schurmann, conduziu o encontro com 25 crianças, entre as atendidas no Instituto dos Cegos da Bahia e os moradores da Comunidade Solar do Unhão. As crianças ouviram empolgadas todas as experiências no mar compartilhadas por Vilfredo e tiraram dúvidas sobre a vida no veleiro Kat, que está atracado na Bahia Marina.

O capitão abordou importantes tópicos sobre sustentabilidade. De acordo com ele, durante suas viagens ao redor do mundo, em especial, a mais recente, a Expedição Oriente, foi possível perceber o quanto os oceanos estão poluídos, principalmente, de plástico, e destacou a importância da proteção das águas e do ecossistema marinho. Mencionou, também, os perigos da pesca com bomba, prática ainda comum na Baía de Todos os Santos e destacou  que  “a Baía de Todos os Santos tem águas limpas, por conta das correntes marinhas”.

Segundo Vilfredo, o veleiro Kat foi planejado para ser um barco sustentável, com dessalinizador marinho, placa solar para produção de energia, sistema de reaproveitamento de lixo, iluminação de led, bicicletas ergométricas com turbinas ligadas a geradores de energia, horta e um aparelho que mede o nível de poluição das águas por onde passam.

Visita ao Veleiro

Divididas em grupos, as crianças foram conduzidas por pais e professores ao píer da Bahia Marina para conhecer o veleiro Kat, um barco de 80 pés. Em cada uma das cabines do barco, os visitantes ouviam e sentiam com muita atenção cada detalhe.

As crianças ficaram impressionadas com toda a estrutura do barco e fizeram perguntas sobre o funcionamento do fogão, dos banheiros e sobre o dia-a-dia da Família no mar. “Quero um dia navegar”, finalizou um dos visitantes ao se despedir.

A visita ao veleiro Kat foi organizada pela Bahia Marina, através do seu Programa de Educação Ambiental e Comunicação Social. Na ocasião, a diretora da Bahia Marina, Leilane Loureiro estendeu o convite para as crianças do Instituto dos Cegos da Bahia.

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Crianças conhecem veleiro expedicionista

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Como é um veleiro por dentro? Como ele funciona? Quantas pessoas podem navegar nele? Essas e muitas outras perguntas foram feitas pelos jovens do Programa de Educação Ambiental e Comunicação Social ao visitarem o veleiro Lucky Lady, de 30 pés, atracado na Bahia Marina. Os olhos curiosos passearam pela embarcação e conheceram todos os instrumentos de navegação, comunicação e as suas dependências.

 

O Lucky Lady foi o condutor da I Expedição Científica Bioacústica à vela, que estudou pela primeira vez o canto das baleias Jubarte, espécie-bandeira migratória que frequenta o litoral baiano em seu período reprodutivo. Com o objetivo de contribuir com a preservação marinha, o monitoramento sonoro com hidrofone e gravador digital foi realizado de Salvador até o Parque Marinho de Abrolhos

 

Antes da visita ao veleiro, os participantes assistiram uma palestra com  dois integrantes da expedição, os biólogos Daniel Lewis e Taís Bemfica, sobre o mapeamento das baleias Jubarte através dos seus sons. Nesse momento, o público também pode escutar as gravações do canto das baleias captadas pela equipe durante a expedição.

 

Enzo Ricardo Freitas, de 13 anos, relatou, com muito entusiasmo, a experiência de conhecer o projeto. “Gostei muito do projeto e da palestra. Achei interessante a preocupação com os tripulantes do barco e percebi muita responsabilidade para o capitão. O interessante é que todos couberam ali dentro durante a viagem. Amei ouvir o som das baleias durante a apresentação e gostaria muito de um dia poder navegar com eles”.

 

Para a bióloga Taís Bemfica, iniciativas como essas transformam a vida de jovens, despertando o interesse pela cultura náutica e pela conservação do ambiente marinho. “Isso valoriza a cidadania, formando pessoas conscientes e responsáveis pelos seus direitos e deveres”, ressalta.

 

Essa pesquisa é realizada pela Bemfica Expedições e patrocinada pela Cetacean Society International, Bahia Marina e Belov Engenharia. Em Abrolhos, a equipe contou com o apoio da Marinha do Brasil e do Instituto Baleia Jubarte (IBJ), base Caravelas.

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Exposição sobre o corpo humano chama a atenção de jovens

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Já imaginou desvendar cada parte do corpo humano de um jeito realista, conhecendo músculos, ossos e artérias? Isso foi possível para os jovens do Programa de Educação Ambiental e Comunicação Social, que tiveram uma aula viva na Exposição Internacional o Fantástico Corpo Humano, quando da sua passagem por Salvador.

 

A cada nova galeria, os jovens aprendiam um pouco mais sobre o funcionamento do corpo e  cuidados com a saúde, a partir da livre observação e da orientação de monitores, todos profissionais da área de saúde, que esclareciam dúvidas no local.

 

A exposição estava dividida pelos sistemas esquelético, muscular, nervoso, respiratório, digestivo, cardiovascular, circulatório e reprodutivo, além de mostrar a vida fetal e a medicina moderna.

 

Juliana Rodrigues, de 11 anos, achou a exposição muito legal e saiu de lá com alguns ensinamentos importantes. “O que achei mais interessante foi a explicação sobre o sangue no nosso corpo e a formação dos bebezinhos (fetos). Aprendi que é muito importante cuidar da alimentação e do corpo”, pontua.

 

Por se tratar de órgãos reais, doados à ciência para fins didáticos, não foi possível fotografar.

 

Além da exposição, as crianças passearam no Salvador Shopping e lancharam.

 

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Expedição inédita no Brasil pretende preservar Baleia Jubarte

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O veleiro Lucky Lady, de 30 pés, partiu da Bahia Marina com cinco tripulantes e o objetivo de realizar pesquisa de mapeamento acústico das baleias jubarte na costa da Bahia. Seu destino foi o Parque Nacional Marinho de Abrolhos, para realizar a I Expedição Científica Bioacústica à Vela. Através do monitoramento sonoro com hidrofone e gravador digital, foi captado o canto das baleias jubarte, espécie-bandeira migratória, que frequenta o litoral baiano entre julho e novembro, período reprodutivo desta espécie. Este é um trabalho inédito no país e tem o objetivo de contribuir com a preservação marinha.

 

Esta pesquisa é realizada pela Bemfica Expedições e financiada pela Cetacean Society International, Bahia Marina e Belov Engenharia. Em Abrolhos, a equipe contou com o apoio da Marinha do Brasil e Instituto Baleia Jubarte (IBJ) base Caravelas.

 

Segundo os pesquisadores da Expedição, uma das principais características desta espécie é o canto realizado pelos machos com função de reprodução. Esses sons serão utilizados para fornecer estimativas de quantos “cantores” habitam a rota entre Salvador e Abrolhos e onde eles se concentram.

 

As gravações dos sons das baleias foram realizadas a cada três horas, por cinco a dez minutos. Neste percurso, foram avistados 23 grupos de baleias jubarte, totalizando 54 indivíduos e 43 pontos de gravação. Em todos os pontos de gravação foram detectados o canto da jubarte, confirmando que toda a região é intensamente frequentada como área reprodutiva.

 

A Expedição totalizou 750 milhas náuticas navegadas em 130 horas, sendo 100 horas apenas à vela. Esta foi uma preocupação sustentável em todas as esferas da pesquisa, tanto para o consumo de combustível – apenas 100 litros de diesel foram consumidos durante todo o percurso, quanto para o consumo de água e produção de energia.

 

Esta pesquisa está sendo coordenada pelo professor doutor Marcos Rossi-Santos, do Laboratório de Ecologia Acústica e Comportamento Animal, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), que também atua junto ao Programa de Pós Graduação em Ecologia e Biomonitoramento da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

 

A estudante de mestrado do programa e aluna do veleiro escola Fraternidade, de Aleixo Belov, Tais Bemfica, compõe a tripulação, juntamente com o capitão e biólogo, Daniel Lewis, a estudante de graduação em biologia Clara Resende e a marinheira Sophie Bemfica Lewis, de apenas dois anos de idade.

 

Para a diretora da Bahia Marina, Leilane Loureiro, oferecer apoio para a pesquisa acadêmica é essencial para o progresso. “E se tratando de um estudo inédito, com dados únicos, as informações se transformam em uma ferramenta de conservação e de monitoramento marinho”, destaca.

 

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